A realidade dos conflitos intra e interpessoais na escola pública
ESCOLA:
EEB PROF ALDO CAMARA
MUNICÍPIO/REGIONAL:
Santa Rosa de Lima - Braço do Norte
ALUNOS:
Samara da Silva / Viviane Floriano
ORIENTADOR:
Aline Bonetti Burggrever
RESUMO:
No mundo atual as diferenças sociais e culturais vêm passando por processos significativos de mudança, essa mudança vem ocorrendo de forma acelerada e sem a mínima preparação estrutural. O papel das escolas cada vez mais tem sido desafiador, principalmente nas escolas públicas cuja miscigenação é grande. Essa mistura nem sempre se interage de forma íntegra. Aceitar o diferente não é uma tarefa tão fácil assim, e quando isso ocorre de forma negativa gera alguns conflitos. A diferença econômica e cultural são as mais comuns. A falta de informação, aceitação da diferença torna mais difícil a convivência, com isso o bullying começa a surgir, pelo jeito diferente de um indivíduo falar, apelidos que caracterizam erroneamente, hábitos divergentes, entre muitos outros. A criação desse projeto é para entender melhor o que vem ocorrendo, o que há de se enfrentar, e de quais formas a escola pode ajudar a confrontar e exterminar os conflitos existentes dentro e fora da escola que interfere diretamente no comportamento escolar.
OBJETIVO GERAL:
- Identificar a real situação da escola pública, verificando os principais problemas e como afetam a vida e o cotidiano do aluno dentro e fora da sala de aula.
OBJETIVO ESPECÍFICO:
- Trabalhar expressões da língua inglesa na socialização escolar;
- Identificar alunos que necessitam de apoio;
- Interligar a escola pública ao serviço de apoio de saúde municipal;
- Desenvolver soluções para os problemas apresentados a partir do resultado da pesquisa;
- Apresentar em números a avaliação do questionário.
JUSTIFICATIVA:
Atualmente a violência e os conflitos dentro da escola são os mais preocupantes, pois cada vez mais, temos visto que vem aumentando e se agravando, as vezes, de forma bem sutil ele vem chegando e nem sempre conseguimos ver. Identificar se há ou não há violência dentro da escola onde frequentamos tem sido difícil, pois muitas das vezes vêm de forma silenciosa e seus efeitos são desastrosos.
Observamos a presença delas através do desempenho escolar do aluno, comportamento dos colegas e interatividade social. Acreditamos que boa parte se inicia dentro do ambiente familiar expandindo para o escolar e posteriormente a sociedade onde vivemos, seja no ambiente de trabalho ou até de lazer.
Vivenciamos uma constante mudança social, ela pode ocorrer de várias formas, no ir e vir do indivíduo de um lugar para o outro, na troca de hábitos, cultura, situação econômica e interação social. Toda essa mudança não é fácil e o choque de cultura às vezes acarreta problemas na aceitação.
Existem vários motivos que podem interferir e intervir no meio social, mas o fato é que a violência existe e seja por qual motivo ela surgiu; precisamos erradicá-la.
A construção deste projeto tem como objetivo analisar como é a real situação das escolas atuais, começando pela EEB Professor Aldo Câmara, onde o projeto foi introduzido e realizado. A sua conclusão trouxe resultados extremamente preocupantes.
Nossa proposta é contribuir para a eliminação dos conflitos, e a apresentação desse trabalho é para realizar mais pesquisas e encontrar a solução ideal para essa problemática enfrentada, sanando-a no âmbito escolar.
METODOLOGIA:
Com a realidade das escolas pública, houve a preocupação da situação da nossa escola, tanto os professores como a direção, era preciso verificar se ocorria e identificar os tipos de agressões, dentro da escola e fora dela. Optou-se então por fazer um estudo de caso com a aplicação de questionário fechado.
A aplicação do questionário se deu durante o período de aulas em todas as turmas da escola. Tomou-se o cuidado para não haver identificação do aluno, para que este tivesse mais facilidade de expor suas vivências.
No decorrer, para facilitar a análise dos resultados, houve a tabulação dos dados e confecção de gráficos.
RESULTADOS:
Foram aplicados questionários na escola nos três turnos com um total de 139 alunos. Após a aplicação os dados foram contabilizados e foi feita a construção dos gráficos para uma apresentação dos resultados.
O resultado foi espantoso, pois nesta escola também havia agressões, tanto verbais como físicas, feitas por outro indivíduo como ele a si mesmo.
Os gráficos abaixo explicam a realidade da E.E.B. Professor Aldo Câmara.



















BIBLIOGRAFIA:
ABRAMOVAY, Mirian; RUA, Maria das Graças. Violências nas escolas. Brasília: UNESCO, Instituto Ayrton Senna, Unaids, Banco Mundial, Usaid, Fundação Ford, Consed, Undime, 2002. Acesso em 15 de setembro de 2019.
ARAGUAIA, Mariana. "Anorexia"; Brasil Escola. Disponível em: <https://brasilescola.uol.com.br/doencas/anorexia.htm>. Acesso em 15 de setembro de 2019.
BARROS, Jussara de. "Escola X Violência "; Brasil Escola. Disponível em: <https://brasilescola.uol.com.br/educacao/escola-x-violencia.htm>. Acesso em 15 de setembro de 2019.
NOXON, Mart: O mínimo para viver. Netflix. Disponível em: <https://www.ntetflix.com/title/8017659?s=a&trkid=13747225&t=wha>. Acesso em 16 de setembro de 2019.
PORFÍRIO, Francisco. "Bullying"; Brasil Escola. Disponível em: <https://brasilescola.uol.com.br/sociologia/bullying.htm>. Acesso em 15 de setembro de 2019.
SANTOS, Vanessa Sardinha dos. "Depressão"; Brasil Escola. Disponível em: <https://brasilescola.uol.com.br/saude-na-escola/depressao.htm>. Acesso em 15 de setembro de 2019.
